
A criação de uma turma de medicina exclusiva para pessoas oriundas de assentamentos da reforma agrária e comunidades quilombolas na UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) gerou uma disputa jurÃdica que coloca em dúvida a realização do processo seletivo, marcado para o próximo domingo (12).
Logo após o anúncio da polÃtica, em 10 de setembro, Tadeu Calheiros (MDB), vereador do Recife, ingressou com uma ação popular questionando a medida. Segundo ele, a iniciativa ataca a igualdade de oportunidades ao conceder preferências “baseadas em critérios discricionários”.
O pano da fundo do descontentamento do parlamentar é a possibilidade de membros do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) serem beneficiados pela ação afirmativa.
Na última quarta-feira (1º), uma lim
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