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Taxas de juros longas sobem em dia de aversão global a ativos de risco

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SÃO PAULO (Reuters) -As taxas dos DIs fecharam a terça-feira com leves altas entre os vencimentos de prazos mais longos, em uma sessão no geral negativa para ativos de risco em todo o mundo, enquanto entre os contratos curtos as taxas terminaram praticamente estáveis, com os agentes à espera do Copom.
No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,155%, ante o ajuste de 13,165% da sessão anterior. A taxa para janeiro de 2035 marcava 13,645%, com elevação de 6 pontos-base ante o ajuste de 13,587%.
A sessão desta terça-feira foi marcada pela aversão aos ativos de risco ao redor do mundo, em meio aos receios de que possa haver uma correção intensa no mercado de ações norte-americano, impulsionado nos últimos meses pela euforia em torno da inteligência artificial.

Dólar sobe para R$ 5,399 na véspera do Copom
A projeção majoritária dos economistas é de uma manutenção da taxa básica, a Selic, em 15% ao ano
O dólar comercial fechou aos R$ 5,399 nesta 3ª feira (4.nov.2025), com alta de 0,77%. Os investidores aguardam a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) na 4ª feira (5.nov).
A moeda norte-americana variou de R$ 5,379 na mínima e R$ 5,402 na máxima.
A projeção majoritária é de uma manutenção da taxa básica, Selic, em 15% ao ano, mas parte dos agentes financeiros esperam um comunicado menos duro da autoridade monetária, o que sinalizaria um horizonte para a queda dos juros.
Nesta 3ª feira (4.nov.2025), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a inflação do Brasil ficará dentro do intervalo da meta ainda em 2025. Afirmou que, se fosse

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