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Crédito com lupa: como XP e JiveMauá estão navegando o novo ciclo dos juros?

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Em um cenário de Selic a 15%, a cautela voltou a ser a palavra de ordem no mercado de crédito estruturado. Longe da euforia das emissões fáceis, gestores reforçam que o diferencial agora está no trabalho de bastidor — aquele que envolve planilhas complexas, visitas a obras e longas análises de garantias.
Durante o Superclássicos de FIIs, evento promovido no Canal da XP, Evandro Santos, da XP Asset, e Brunno Bagnariolli, da JiveMauá, mostraram como a alta de juros está redesenhando o mapa das operações de crédito no mercado imobiliário.
“A gente nunca dá uma operação só pela garantia. O principal é a capacidade de pagamento”, afirmou Santos. Segundo o gestor da XP, o momento exige ainda mais a “análise chata” — revisitando garantias, testando cenários e exigindo margens maiores

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