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PT, PSOL e PCdoB acionam STF após operação no Rio: ‘polícia matou mais do que prendeu’

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O PT, o PSOL e o PCdoB protocolaram, em caráter de urgência, uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) em resposta à megaoperação policial no Rio de Janeiro que resultou em 121 mortes. O documento, endereçado ao ministro Alexandre de Moraes, relator da ADPF 635 (conhecida como “ADPF das Favelas”), pede medidas drásticas para garantir a transparência na perícia e a liberação das vítimas, relatando um cenário de caos no IML e “brutal violação aos direitos humanos”.
A petição usa os números oficiais da operação para questionar a proporcionalidade da ação, que resultou em 121 mortos (sendo 4 policiais) e 113 presos. “A polícia do Rio de Janeiro matou mais do que prendeu”, afirma o documento.
“Os números, por si só, demonstram o tamanho e a gravidade das violações de direitos humanos. Ao fi

Famílias das vítimas da Operação Contenção, no Rio de Janeiro, enfrentam dificuldades financeiras para arcar com os custos funerários, tendo que escolher entre um sepultamento particular caro ou um enterro gratuito sem velório e em caixão fechado, oferecido pela prefeitura.
O que aconteceu
Sepultamento particular custa pelo menos R$ 4 mil. A Defensoria Pública do Rio montou um posto de atendimento no IML (Instituto Médico Legal) Afrânio Peixoto para agilizar os trâmites dos que escolhem o serviço gratuito.
Caso a família não se encaixe nos critérios para o enterro gratuito, pode solicitar o serviço mediante uma tarifa social. “Não precisa de ação judicial, nem nada do tipo. A gente está fazendo a orientação para as famílias e o contato é direto com as funerárias que fazem o serviço”, expli

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