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Abraços Aumentam Nível de Oxytocina e Promovem Saúde Física e Mental

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Contexto

O abraço é um hábito comum e quase natural em muitas culturas, mas poucos sabem da profundidade dos benefícios que este gesto pode proporcionar. De acordo com pesquisas científicas, o abraço estimula a produção de oxitocina, conhecida como hormônio do amor, promovendo uma série de benefícios para a saúde física e mental.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a prática regular de abraços por sua capacidade de diminuir o estresse, melhorar o bem-estar emocional e até mesmo fortalecer os vínculos sociais. Este texto explora os mecanismos científicos por trás desses benefícios.

Repercussão

A OMS tem reconhecido a importância do abraço como uma ferramenta simples e eficaz para promover o bem-estar geral. Em um relatório recente, a organização destacou que os abraços podem ser especialmente benéficos em momentos de estresse ou ansiedade, reduzindo a liberação do cortisol, hormônio associado ao estresse.

Além disso, o Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH) publicou um estudo que demonstrou como os abraços podem aumentar as níveis de oxitocina no corpo. Esta substância atua como um poderoso anti-estresse e pode ter efeitos positivos na imunidade, diminuindo o risco de infecções.

O que vem agora

Diante dessas evidências, especialistas em saúde pública e psicologia sugerem a inclusão do abraço como uma prática regular na rotina diária. Alguns hospitais já estão adotando políticas de abraços para pacientes e profissionais de saúde, visando melhorar a recuperação clínica e o bem-estar emocional.

A OMS está considerando a possibilidade de incluir orientações sobre os benefícios do abraço em seus programas globais de promoção à saúde. A ideia é promover essa prática não apenas como uma forma de alívio emocional, mas também como um instrumento para combater o isolamento social e fortalecer a comunidade.

É importante destacar que, embora os abraços possam trazer inúmeros benefícidos, é fundamental respeitar as limitações e preferências individuais. Em momentos de pandemias ou em situações onde o contato físico pode ser prejudicial à saúde pública, como durante a COVID-19, recomenda-se que as pessoas busquem outros meios para promover a oxitocina, tais como teleconferências e mensagens de apoio.

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