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Fim dos dinossauros pode ter sido diferente do que pensávamos, sugere pesquisa

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Uma pesquisa publicada nesta semana na revista Science está redescrevendo os capítulos finais da era dos dinossauros. Contrariando décadas de consenso científico, um estudo internacional liderado pelas universidades Baylor e Estadual do Novo México, com participação da Instituição Smithsonian, demonstra que os dinossauros não estavam em declínio, mas sim prosperando até o momento do impacto catastrófico do asteroide há 66 milhões de anos.
A chave para essa reinterpretação histórica está preservada nas camadas rochosas do Membro Naashoibito da Formação Kirtland, no noroeste do Novo México. Utilizando técnicas de datação de alta precisão, os pesquisadores determinaram que os fósseis dessas rochas têm entre 66,4 e 66 milhões de anos, o que os coloca exatamente no limiar do evento de extinção

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