OPINIÃO – Bill Gates está certo sobre o clima: Vamos salvar vidas, não espalhar medo

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Quando Bill Gates publicou sua recente carta aberta sobre ação climática, críticos rapidamente o acusaram de estar sendo brando em relação às mudanças climáticas. Mas a verdadeira história não é sobre recuar — é sobre redefinir como avançar. E ele está certo: mensagens baseadas no medo, por mais precisas que sejam, chegaram ao limite de sua eficácia.
Se quisermos impulsionar ações na escala necessária, precisamos de uma nova narrativa que envolva mais as pessoas, que não as sobrecarregue e que mostre como as soluções climáticas podem melhorar a saúde, fortalecer comunidades e promover o bem-estar financeiro.
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Considere o que aconteceu nos últimos anos. No leste da China, a poluição
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Os principais índices acionários dos Estados Unidos subiram de maneira consistente em outubro. O segundo corte de juros promovido pelo Federal Reserve (banco central dos EUA, Fed) animou o mercado. O destaque do mês foi o Nasdaq, mais exposto às empresas de tecnologia, que avançou quase 5%, enquanto o Dow Jones e S&P 500 acumularam alta de cerca de 2%.
Diante desse contexto, as big techs voltaram com tudo ao radar das corretoras brasileiras. Quatro dos sete BDRs mais citados pelos especialistas em novembro são de gigantes da tecnologia.
Mensalmente, o InfoMoney compila as ações internacionais ou BDRs citados por corretoras e bancos. No levantamento, entram apenas os papéis mencionados em ao menos três carteiras diferentes.
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Veja a lista das ações g
Fontes
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