Casagrande

Fui nesta semana ao cinema assistir ao filme “Uma Batalha Após a Outra”, com um ótimo roteiro e um grande elenco: Leonardo DiCaprio, Sean Penn, Benicio Del Toro, Regina Hall, Teyana Taylor e Chase Infiniti.
Com direção e roteiro de Paul Thomas Anderson, esse filme mistura ação e suspense com bom humor, bem ao estilo Quentin Tarantino — com menos sangue, mas com diálogos incríveis — e, mesmo nas cenas trágicas, há um toque de ironia que as torna um pouco engraçadas.
Trata de um grupo revolucionário que entra em conflito com um grupo à parte do governo americano, de extrema direita, altamente racista, misógino e preconceituoso.
É uma grande crítica ao governo Donald Trump, especialmente na política de imigração, pelo tratamento desumano e violento.
Também é uma crítica à política racista de
Luis Roberto Barroso saiu do STF e agora Lula pode indicar mais um ministro para a suprema corte. Vamos observar se ele vai ceder à pauta identitária do homem branco heterossexual e indicar alguém exatamente desse grupo – que domina a política, os negócios e as instituições há 500 anos – ou compreender como suas nomeações têm negligenciado mulheres e como a negligência, que vou evitar chamar de machismo, atrapalha nossas vidas.
O coletivo Antígona, grupo paranaense de 236 magistradas que “busca contribuir para a equidade de gênero de forma colaborativa e não violenta” lembra em postagem no Instagram que, na história, apenas 1,7% da composição do STF foi composta por mulheres. São 134 anos de dominação de uma mesma agenda identitária: 169 nomeações e apenas três mulheres.
Dizer que a luta i
Fontes
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