Hélio Schwartsman

Sei que o Reinaldo José Lopes já fez na Folha uma ótima resenha de “Proto”, o livro de Laura Spinney sobre as mais recentes descobertas acerca do protoindo-europeu, mas não resisto a dar meu pitaco.
Desde os tempos de estudante de grego e latim sou fascinado por esse idioma hipotético, que deu origem a lÃnguas tão diversas quanto grego, latim, russo, inglês, alemão e sânscrito. Fiz também seis meses de sânscrito. Foi o suficiente para constatar que esse idioma estava acima de meu nÃvel de competência. Desisti, mas o gosto pelo protoindo-europeu ficou.
O que salta aos olhos lendo “Proto” é como, num espaço de apenas quatro décadas, a paisagem mudou. No meu tempo, a teoria corrente era de que os falantes originais do protoindo-europeu eram um povo que teria vindo não se sabe
Fontes
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