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Yasmine Reed queria um treino de baixo impacto e alta intensidade que pudesse fazer após sofrer uma lesão no ligamento cruzado anterior jogando basquete. Como enfermeira de UTI itinerante durante a pandemia, ela descobriu o pilates. Tornou-se uma espécie de terapia após exaustivos turnos de 12 horas.
Mas quanto mais aulas ela frequentava, mais percebia quem não estava na sala. “Era um público muito restrito tanto em relação aos clientes quanto aos instrutores”, diz Reed ao The Washington Post.
Para preencher a lacuna que observou, ela abriu o Method Room em março de 2024, um estúdio de pilates com reformer (aparelho de pilates) de propriedade negra em Washington D.C., com o objetivo de tornar a prática mais acessÃvel, mais acolhedora e menos intimidadora para pessoas que foram l

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