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COP30: Brasil defende financiamento de R$ 6,9 trilhões para metas climáticas

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O cumprimento da meta climática estabelecida no Acordo de Paris, em 2015, para limitar o aquecimento global a 1,5 °C dependerá de um financiamento anual de US$ 1,3 trilhão (R$ 6,9 trilhões, na conversão direta) até 2035. E esse será um dos grandes desafios da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada neste mês, em Belém (PA), na opinião da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.
“É uma espécie de renda básica para o enfrentamento da mudança do clima. Porque você tem investimentos que ainda são da ordem de cinco a seis trilhões [de dólares] em atividades que são carbono intensivas. Esse é o desafio que está posto para os próximos dez anos: 1,3 trilhão [de dólares] por ano para ajudar os países em desenvolvimento a fazerem suas transiç

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), enviou sua chefe de gabinete ao Complexo Penitenciário da Papuda para verificar as instalações do presÃdio em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode cumprir pena pela trama golpista.
A visita ocorreu na última semana, segundo informaram à Folha três pessoas ligadas ao sistema penitenciário de BrasÃlia. A auxiliar de Moraes foi acompanhada pela juÃza Leila Cury, titular da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal.
Alexandre de Moraes é o responsável por decidir onde Bolsonaro e os demais condenados na trama golpista devem cumprir suas penas. Uma das possibilidades é a Papuda, famoso presÃdio de BrasÃlia que enfrenta superlotação há décadas.
Também foram condenados pela tentativa de golpe de Estado A

O secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, endossou nesta quarta-feira (5) as crÃticas de integrantes do governo contra a apensação (anexação) do PL Antifacção ao texto do deputado Danilo Forte (União Brasil-CE) que equipara as organizações criminosas a grupos terroristas.
Como mostrou o Painel, Forte apresentou um requerimento para juntar a proposta do governo à de sua autoria. A movimentação provocou reações contrárias de aliados do presidente Lula (PT), como a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), que rejeitou a equiparação de facções a grupos terroristas.
Sarrubbo se alinha ao discurso e avalia que a equivalência não faz sentido. “As facções aqui não têm nenhum viés polÃtico, religioso, por questão de etnia, ou seja, não se

Com o registro aprovado pelo TSE nesta terça-feira (4), o Missão, partido ligado ao MBL, pretende lançar candidatura à Presidência, mira governos estaduais e rejeita alianças com o bolsonarismo e com o Novo, ampliando a disputa partidária pelo eleitor brasileiro de direita.
“[Os partidos da direita] estão sendo oposição ao governo Lula lutando pela anistia [a Bolsonaro]”, disse à Folha Renan Santos, futuro presidente da sigla, ao comentar a aprovação do novo partido. Ele critica o que avalia como falta de propostas no campo ideológico. “Não somos a mesma direita que os caras.”
O MBL já havia rompido com Bolsonaro ainda durante seu mandato. Nas eleições para a Presidência da Câmara em 2021, na pandemia de Covid-19, o deputado Kim Kataguiri (União-SP) lançou candidatura c

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que vai decidir sobre o projeto antifacção e o projeto que equipara organizações criminosas a terroristas até sexta-feira (7) para que as propostas possam ir à votação no plenário na semana seguinte, como publicou a Folha.
Alavancados pela operação policial que deixou 121 mortos no Rio, o primeiro projeto é de autoria do governo Lula (PT) e tem o apoio da esquerda, enquanto o segundo foi protocolado pelo deputado Danilo Forte (União Brasil-CE) e tem se tornado uma bandeira da direita.
Forte pediu que o projeto antifacção do governo fosse apensado ao seu projeto, o que é rechaçado por deputados governistas. Motta deve decidir até sexta, portanto, se as matérias vão tramitar unificadas ou não.
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