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Governo Busca Alternativas para Aumentar Arrecadação após Derrubada de Medida Provisória

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Contexto

No cenário econômico atual, o governo federal enfrenta um desafio significativo: manter e aumentar os níveis de arrecadação após a derrubada de uma medida provisória (MP) que buscava ampliar receitas fiscais. A MP 1.049/2023, conhecida como ‘Nova Fiscalidade’, foi vetada pelo presidente Jair Bolsonaro em setembro deste ano.

Esta medida pretendia reforçar a arrecadação por meio de diversas alterações nas regras fiscais, mas acabou não saindo do papel. Diante desse cenário, o governo agora busca outras formas de obter receitas adicionais para compensar as perdas.

Repercussão

A decisão de vetar a MP 1.049/2023 foi vista com cautela pela comunidade econômica e financeira, que tem em consideração os impactos na economia. O veto gerou debates sobre como o governo poderá compensar as perdas previstas no projeto.

Segundo especialistas ouvidos pelo UOL Notícias, a decisão de vetar a MP foi tomada com base nos efeitos que a medida poderia causar para o consumidor final. A elevação dos impostos proposta na MP foi considerada excessiva pelos economistas.

O que vem agora

Diante da necessidade de buscar alternativas, o governo federal está avaliando uma série de medidas:

  • Aumento das alíquotas do ICMS e PIS/Pasep: Alguns estados já anunciaram a intenção de aumentar as alíquotas dos impostos estaduais. Essa medida busca reforçar o caixa sem necessariamente passar por um projeto federal, mas pode gerar conflitos com os setores afetados.
  • Reforma Tributária: O governo espera que a reforma tributária em andamento possa oferecer soluções mais sustentáveis. A proposta de reforma pretende simplificar o sistema fiscal, mas seu avanço tem sido lento e enfrenta resistências.
  • Nova política de preços: O governo pode reavaliar os preços das commodities importadas, visando aumentar a arrecadação através da tributação sobre produtos como combustíveis e fertilizantes.

Aproximadamente R$ 30 bilhões em receitas são esperados com as medidas anunciadas, mas o governo reconhece que ainda há um longo caminho a percorrer para alcançar os objetivos de arrecadação.

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