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Em um mundo ainda sem vacina contra HIV e onde a PrEP (profilaxia pré-exposição) oral não alcança todos os públicos nem tem a aderência devida, novas estratégias são necessárias. As mais recentes são as terapias de longa duração injetáveis, como o cabotegravir, disponível no Brasil na rede privada.
O tema foi discutido em algumas sessões do 24º Congresso Brasileiro de Infectologia, realizado em setembro. Numa apresentação, a infectologista e pesquisadora Beatriz Grinsztejn mostrou outros formatos que estão em estudo, como implantes, géis, adesivos e ducha retal.
Possibilidades para o futuro
Prevenção com injeção anual. O lenacapavir já foi aprovado nos EUA e protege a pessoa por seis meses. Assim, é preciso tomar duas injeções por ano. Agora, um estudo em fase 1 testa a segurança e como el

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