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Juiz que condenou ditadura por morte de Herzog exalta papel feminino na busca por justiça

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O juiz Márcio José de Moraes, que condenou a ditadura militar pelo assassinato de Vladimir Herzog, destacou o papel das mulheres no enfrentamento ao regime e na busca para que a Justiça reconhecesse os crimes cometidos no perÃodo de exceção (1964-1985).
Moraes participou de um debate na manhã desta segunda-feira (10), na Faculdade de Direito da USP, para discutir a histórica condenação, sentenciada ainda durante a ditadura. O encontro foi em memória aos 50 anos da morte de Herzog, completados em outubro deste ano, e serviu também como um ato em defesa da democracia.
Em sua fala, Moraes também cobrou a indicação de uma mulher ao STF (Supremo Tribunal Federal) diante da possÃvel escolha de mais um homem âo advogado-geral da União, Jorge Messiasâ para a cadeira de Luis Roberto

A mudança climática traz um desafio complexo de coordenação. A ação âainda que custosaâ de cada paÃs ou empresa, sozinho, é inócua. Se eu me sacrifico e meu vizinho nada faz, eu terei pago um preço alto, mas no fim das contas partilharemos do mesmo resultado. Mesmo que todos façam sua parte e sejamos capazes de refrear o aquecimento da Terra, isso não gerará efeitos visÃveis.
A vida apenas seguirá normalmente, e teremos evitado desastres hipotéticos que nunca se materializaram. Dos desastres climáticos que ocorrem, é impossÃvel selecionar qualquer um deles e dizer com certeza que ele é resultado direto da mudança climática. Se ninguém fizer nada, contudo, sua frequência aumentará, o clima da Terra será mais inóspito e o resultado será catastrófico.
A meta de reduz

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