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Dividendos extraordinários: como as empresas podem driblar novo imposto

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A tributação de dividendos aprovada no Congresso na semana passada, que deve ser sancionada este ano e entrar em vigor em 2026, incentivará várias empresas a aumentar a distribuição de lucros aos seus acionistas neste fim de ano.
A regra de transição prevê que a distribuição de dividendos e as remessas para o exterior aprovadas até 31 de dezembro de 2025 e pagas em 2026, 2027 e 2028 ainda serão isentas de imposto de renda.
Para garantir essa isenção, muitas companhias com reservas de lucro altas vão antecipar os valores para este ano, para evitar dúvidas jurídicas, recorrendo inclusive a empréstimos oferecidas pelos bancos e até a ofertas de ações para pagar esses dividendos.
Os setores com maior possibilidade de antecipar a distribuição são os de alimentos e bebidas, mineração

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Com investimentos cada vez maiores em infraestrutura para IA, a vida útil das GPUs se tornou uma grande preocupação para as empresas. A depreciação desses chips passou a ser um tema central entre as big techs e investidores.
Mesmo assim, ainda há pouca certeza sobre o assunto. O boom da IA moderna é recente, tem apenas três anos, e estimar por quanto tempo uma GPU permanece eficiente é mais difícil do que parece.
O que está por trás da discussão sobre a “vida útil” das GPUs?
Com Google, Oracle e Microsoft estimando que seus servidores podem durar até seis anos, o debate ganhou força, aponta matéria da CNBC. Para muitas empresas, ampliar o período de depreciação significa aliviar a pressão sobre os lucros. Mas há quem discorde.
O investidor Michael Bu

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