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O fÃsico italiano Carlo Rovelli adora ficar deitado no sofá e analisar números. Ele gosta de pensar e escrever artigos sobre buracos negros e como testar a teoria.
Mas confessa ter uma luta interna constante.
“Há uma voz dentro de mim que diz: ‘Vamos lá, Carlo, você é um cientista. Não fale sobre os problemas do mundo, apenas fale sobre ciência e cale a boca’.”
No entanto, não é uma voz que ele queira obedecer.
E Rovelli, considerado um dos fÃsicos teóricos mais proeminentes das últimas décadas, também se tornou um intelectual.
Em 2019, a revista Foreign Policy nomeou Rovelli 1 dos 100 intelectuais globais mais influentes.
“Por acaso, por algum motivo, descobri que sou uma voz que muitas pessoas ouvem. à minha responsabilidade é falar sobre o que considero serem os erros que

Espero estar errada e volto aqui para me redimir, mas Lula já deu a deixa de que indicar uma mulher ao Supremo Tribunal Federal não é sua prioridade. “Eu quero uma pessoa, não sei se mulher ou homem, não sei se preto ou branco, eu quero uma pessoa que seja antes de tudo uma pessoa gabaritada”, disse. Ao apelar à meritocracia âcomo se focar na escolha de uma magistrada não fosse uma questão de escolhaâ, mostra que, mais uma vez, pode ignorar a desigualdade que reina no STF.
Em 134 anos de história, o Supremo já teve 172 ministros. Entre eles, apenas três mulheres. O presidente tem a terceira chance de minimizar a falta de representatividade e deixar o tribunal um pouquinho menos masculino, quem sabe, menos branco. Mas a maioria dos nomes que circula nas apostas é mais do mesmo.
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