
Mohammed Abdullah, que era conhecido como Ricardo Petraglia antes de se converter ao islamismo, tem em seu currículo de ator novelas como “História de Amor” e “A Viagem”. Hoje, no entanto, exerce outra função: a de ativista canábico.
No Instagram, ele mostra sua plantação de maconha em Xerém, no Rio de Janeiro. Em entrevista a Splash, ele explica que o rosto conhecido e a idade ajudam a tornar o tema mais palatável para diferentes públicos: “As pessoas olham esse velhinho falando de maconha e pensam: vamos escutar o que ele está dizendo. E eu digo as coisas todas, que é uma hipocrisia, que no Brasil existe o apartheid da maconha. Grandes laboratórios podem vender essa planta mas, se alguém na favela for vender, vai preso como traficante”.
Não estou fazendo nada errado, nada escondido, quer
Fontes
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