
No mesmo dia em que a Eletrobras anunciou que fez um acordo para vender ao grupo J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, sua participação na Eletronuclear, que administra Angra 3, o governo federal publicou um despacho pedindo um estudo para decidir se retoma a construção da usina ou se abandona a obra de vez. Um estudo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no ano passado, estimou que a retomada custaria R$ 23 bilhões e a desistência, R$ 21 bilhões.
O que aconteceu
O Ministério de Minas e Energia publicou hoje um despacho no Diário Oficial pedindo um estudo de viabilidade da usina. A “atualização e complementação” dos “estudos relativos à modelagem econômico-financeira para a conclusão da Usina Termonuclear Angra 3” será feita pela Eletronuclear e pelo BNDES (B
Fontes
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