
O caráter revelador do deserto, belo e hostil na mesma medida, já foi descrito por diversos autores ao longo dos séculos âdo arqueólogo inglês T. E. Lawrence ao autor de “O Pequeno PrÃncipe”, Antoine de Saint-Exupéry, até o ambientalista radical Edward Abbey. Todos parecem concordar que não há onde se esconder na imensidão vazia e silenciosa da paisagem, sobretudo de nós mesmos.
Essa é a máxima de “Sirât”, filme de Oliver Laxe que venceu o prêmio do Júri no Festival de Cannes, foi escolhido para representar a Espanha no próximo Oscar, e agora abre a 49ª Mostra de Cinema de São Paulo. A narrativa começa como um roadmovie no deserto, mas toma um rumo inesperado e se transforma numa espécie de alegoria dos dramas contemporâneos, entre guerras, crise climática e desgaste
Fontes
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