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Caminhar pode atrasar o Alzheimer em até sete anos, indica estudo

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Um novo estudo da Nature Medicine sugere que caminhar mais pode ajudar a retardar o declínio cognitivo em pessoas com alto risco de desenvolver Alzheimer.
Segundo os pesquisadores do Mass General Brigham e da Universidade de Harvard, adultos em estágio inicial ou pré-sintomático da doença que caminhavam entre 3.000 e 5.000 passos por dia apresentaram um atraso de cerca de três anos na perda cognitiva.
Já aqueles que davam entre 5.000 e 7.000 passos tiveram um atraso médio de sete anos.
“Mesmo uma atividade moderada pode ajudar a desacelerar esse processo”, afirmou a neurologista Wai-Ying Wendy Yau, autora principal do estudo.
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