Ex-sócio de Lulinha nega que dinheiro recebido de investigado seja por lobby no MEC

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O empresário Kalil Bittar, ex-sócio de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, e um dos alvos da operação da Polícia Federal (PF) que mira superfaturamento em contratos de prefeituras paulistas para aquisição de material escolar, afirma, segundo sua defesa, estar morando em Portugal há dois anos e que recebeu dinheiro da principal figura do esquema, André Mariano, como contrapartida a serviços de tecnologia, e não para atuar como lobista da Life.
Nesta quinta, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em um endereço relacionado a ele em um conjunto do Lago Sul, em Brasília (DF), mas não o encontraram. A Justiça autorizou ainda a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico de Kalil entre janeiro de 2021 e agosto de 2025, assim como a apreensão do seu passaporte. A oper
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A ex-diretora do Federal Reserve (Fed) Adriana Kugler, cuja renúncia abrupta permitiu ao presidente Donald Trump indicar um aliado para o banco central dos Estados Unidos, violou regras de ética da instituição e estava sob investigação interna quando deixou o cargo em agosto, segundo documentos divulgados no sábado (15).
Nas últimas semanas de seu mandato, Kugler tentou resolver um problema relacionado às suas participações financeiras, mas o presidente do Fed, Jerome Powell, negou seu pedido de dispensa das regras antes da reunião de política monetária de 29 e 30 de julho, informou um funcionário da instituição. Ela não participou da reunião e anunciou sua renúncia dias depois.
O Escritório de Ética Governamental divulgou no sábado as últimas declarações financeiras de Kugler,
Fontes
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