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TCE-RJ alertou risco de investimento bilionário do Rioprevidência no Master

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A prisão do controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e a liquidação extrajudicial determinada pelo Banco Central acenderam o alerta no governo do Estado do Rio de Janeiro. Em 17 de outubro, segundo reportagem do Globo, técnicos do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE) identificaram que entre maio e julho o Rioprevidência, fundo de pensão estadual responsável por aposentadorias e pensões de mais de 235 mil servidores, aportou cerca de R$ 1 bilhão no Master, apesar de um alerta emitido pela Corte meses antes.
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O Banco Central afirmou que decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master e de instituições ligadas ao grupo devido a uma “grave crise de liquidez” e ao “comprometimento significativo da sua situação econômico-financeira”. Em nota divulgada na tarde desta terça-feira (18), o órgão também mencionou “graves violações às normas que regem a atividade das instituições integrantes” do Sistema Financeiro Nacional como fundamento para a medida.
A autarquia também esclareceu que a liquidação abrangeu não só o Banco Master S.A., a Master Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários e o Banco Letsbank, mas também o Banco Master de Investimento. Isso significaria que o conglomerado como um todo não poderá honrar com o pagamento de seus CDBs, emitidos tanto pelo Banco Master S.A

A liquidação extrajudicial do Banco Master, determinada pelo Banco Central nesta terça-feira (18), deixou investidores e correntistas apreensivos quanto à disponibilidade dos recursos aplicados no banco. Pelo menos parte dos depósitos mantidos no Master será garantida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema, na prevenção de crises bancárias e na proteção de depositantes e investidores.
Na prática, funciona como um fundo privado que atua como um seguro. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição financeira enfrente alguma crise ou dificuldade.
Os recursos do FGC vêm dos próprios

Entenda o que causou a prisão de Daniel Vorcaro, do Banco Master
Operação Compliance Zero deteve dono e outro banqueiro por esquema com títulos de crédito falsos
Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, foi preso pela PF (Polícia Federal) nesta 3ª feira (18.nov.2025) por liderar um esquema de fraude no Sistema Financeiro Nacional. A prisão foi feita durante a operação Compliance Zero, realizada em conjunto com o MPF (Ministério Público Federal), que também resultou na detenção do banqueiro Augusto Lima.
A investigação teve início em 2024, quando o BC (Banco Central) identificou irregularidades nas operações do Banco Master e comunicou o caso ao MPF. A fraude chegou a R$ 12 bilhões, segundo Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, durante a CPI do crime organizado nesta 3ª feira (18.nov)

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