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Belmonte vai deixar São Paulo? Dos protestos ao acordo em Cotia, entenda bastidores e racha político no clube

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Carlos Belmonte não colocou o cargo à disposição e nem pretende pedir demissão do São Paulo, embora fontes ouvidas pela ESPN relatem que a briga política dentro do clube está “cada vez mais feia”.
O “racha” da vez tem como protagonista a base de Cotia. Diretor de futebol, Belmonte é contra a aprovação da parceria da base que o presidente Julio Casares desenha nos bastidores com o fundo de investimentos Galápagos.
No projeto que Casares trabalha para aprovar no Conselho Deliberativo, a Galápagos investiria R$ 250 milhões em Cotia. Em troca, teria direito a 30% da operação da base, algo que Belmonte e seu grupo político resistem, assim como outros conselheiros mais “conservadores” no Morumbis.
Casares tem trabalhado muito nos bastidores do São Paulo para mostrar que tal parceria é “inovadora

Em entrevista ao canal N Sports, o presidente do São Paulo, Julio Casares, admitiu que “sacrificou” o endividamento do clube para buscar “reconexão” com a torcida.
De acordo com o dirigente, os altos investimentos feitos no elenco tricolor nos últimos anos tiveram como objetivo a busca de títulos, o que foi alcançado, por exemplo, com a inédita Copa do Brasil.
O cartola ressaltou que isso teve, sim, um “custo alto” para o time do Morumbis, mas salientou que tinha que “correr o risco” durante sua gestão para que a torcida não se afastasse.
“Essa reconexão com o torcedor tem um custo alto, tem um custo competitivo alto… Mas a gente tinha que correr esse risco”, afirmou.
Casares, porém, afirmou que, na sequência de sua gestão, passou a atuar de forma a controlar gastos e reduzir o endividam

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