Bolsonarismo sofre 2ª tentativa de debandada, e filhos de ex-presidente reagem

A menos de 11 meses das eleições de 2026, o bolsonarismo vive uma tentativa velada de sucessão em que parte dos atores busca assumir o protagonismo na direita sem repetir o confronto direto que marcou a primeira geração de dissidentes âquase todos politicamente anulados após romperem e baterem de frente com Jair Bolsonaro.
Se de 2019 a 2022 figuras como Joice Hasselmann e Janaina Paschoal desabaram da casa dos milhões de votos para a insignificância eleitoral após colidirem abertamente com o clã Bolsonaro, agora o novo movimento toma o cuidado de manter a reverência ao ex-presidente ao mesmo tempo em que se vende publicamente com um figurino mais ao centro.
A união do centrão âgrupo de centro-direita e de direta que controla o Congressoâ e de boa parte do empresariado e do mun
Pesquisas de opinião sobre confiança nas instituições polÃticas e sociais brasileiras são unânimes ao indicar que partidos polÃticos e o Congresso Nacional figuram entre aquelas com menor credibilidade. A pesquisa mais recente sobre o tema, publicada em setembro pela Quaest, mostra que apenas 36% dos brasileiros confiam nos partidos e 45% confiam no Congresso.
A baixa confiança nas instituições é mais um sintoma da insatisfação com a representação polÃtica e com a própria democracia. Esse fenômeno não é exclusivo do Brasil e ocupa posição central no nosso debate público.
Dirigentes polÃticos não são indiferentes ao descontentamento e buscam medidas para reduzir esse mal-estar.
Uma das mais recentes foi aprovada em 2021, no escopo da emenda constitucional 111, que det
Vencedor do prêmio Jabuti de 2025 na categoria educação, o professor de direito constitucional Adilson José Moreira, 50, defende que a indicação de uma pessoa negra ao STF (Supremo Tribunal Federal) para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria de LuÃs Roberto Barroso daria novas perspectivas para decisões da corte e representaria uma abertura a anseios populares com “melhores nÃveis de justiça racial”.
O presidente Lula (PT) disse a aliados que deve indicar Jorge Messias, advogado-geral da União, homem branco assim como os demais cotados âo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e o ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Bruno Dantas.
“Esse argumento de ‘alguém de minha confiança’ é uma escolha com finalidades meramente polÃticas. O cálculo polÃtico para agradar alguém tam
Relator do projeto de lei da redução de penas, conhecido como PL da Dosimetria, Paulinho da Força (Solidariedade-SP) calcula que hoje o texto tem de 330 a 350 votos na Câmara dos Deputados e afirma que ele será votado e aprovado ainda em 2025. O mÃnimo necessário seria de 257 votos.
Na visão do parlamentar, assim que o debate sobre o PL Antifacção for superado na Casa, o texto relatado por ele será apreciado âpossivelmente ainda na próxima semana, ainda que a COP30, da qual participam diversos deputados, possa atrapalhar o cronograma.
Paulinho afirma que o texto não será mais modificado e terá como eixo a unificação dos crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático de Direito. Atualmente, as penas são somadas nas condenações.
Com a mudança, a pe
Na véspera do ano eleitoral, o governo Lula (PT) ampliou o dinheiro destinado a divulgar slogans e programas da gestão petista, como “Brasil Soberano” e Gás do Povo. Descrita no orçamento como comunicação institucional, esse tipo de verba agora ocupa 57% da rubrica para publicidade federal.
Os 43% restantes custeiam as chamadas ações de utilidade pública, que incluem desde campanhas de vacinação do Ministério da Saúde e a divulgação das regras do saque-aniversário do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
Os percentuais marcam uma mudança na distribuição do orçamento de comunicação, que chegou a destinar 70% dos recursos para campanhas de utilidade pública em 2015. No último ano de Jair Bolsonaro (PL) na Presidência, em 2022, a outra fatia, que prioriza a p
Fontes
- https://redir.folha.com.br/redir/online/poder/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/11/bolsonarismo-sofre-2a-tentativa-de-debandada-e-filhos-de-ex-presidente-reagem.shtml
- https://redir.folha.com.br/redir/online/poder/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/lara-mesquita/2025/11/boas-intencoes-nao-sao-suficientes-para-produzir-mudancas-na-representacao-politica.shtml
- https://redir.folha.com.br/redir/online/poder/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/11/criterio-para-stf-deveria-ser-diversidade-nao-calculo-politico-diz-vencedor-do-premio-jabuti.shtml
- https://redir.folha.com.br/redir/online/poder/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2025/11/pl-da-dosimetria-ja-tem-os-votos-necessarios-e-sera-aprovado-em-2025-diz-relator.shtml
- https://redir.folha.com.br/redir/online/poder/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/11/verba-da-secom-para-governo-lula-se-promover-supera-a-de-campanhas-de-utilidade-publica.shtml
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