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Liquidação do Banco Master não traz risco de natureza sistêmica, diz BC

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BRASÍLIA (Reuters) – A liquidação extrajudicial de instituições do Conglomerado Master não traz risco de natureza sistêmica, disse o Banco Central nesta quarta-feira, citando o porte pequeno da instituição.
Em nota divulgada após reunião do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), o BC ainda afirmou que “recomenda que entidades supervisionadas persistam com a política de gestão prudente de capital e de liquidez em virtude das incertezas econômicas e da conjuntura”.
A Polícia Federal informou ter prendido o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, no âmbito de uma operação para investigar crimes contra o sistema financeiro, e o BC pouco depois decretou, na terça-feira, a liquidação extrajudicial da instituição por “graves violações” às normas e problemas de liquidez.
Na nota do C

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A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tornou réus o governo do Distrito Federal e a chefe de gabinete do governador Ibaneis Rocha, Juliana Monici, em um processo envolvendo o Banco de Brasília (BRB). Juliana responde na qualidade de membro do conselho fiscal do banco, cujo controle é detido pelo governo do DF.
De acordo com o site da CVM, os dois já receberam a citação. Os detalhes do caso não são públicos. Mas, neste ano, foi aberta uma ação popular contra a nomeação de Monici para a cadeira de conselheira fiscal do banco porque haveria conflito de interesse e prejuízo à sua capacidade de fiscalizar os atos do banco. Procurado, o governo do DF não se manifestou.
Caso Master-BRB
A medida da CVM ocorre em meio à investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal s

Daniel Vorcaro é acusado de crimes contra o sistema financeiro. Teria praticado as mais desvairadas aventuras com dinheiro público e privado, fundos de previdência estatais, recursos de aposentados, falsificado tÃtulos de crédito, negociado CDBs de contos de fadas.
Sob a condescendência do Banco Central, Cade, Fundo Garantidor de Créditos, além de governos municipais e estaduais que bancaram suas promessas, o Banco Master explodiu e acaba de ser liquidado pelo Banco Central. Vorcaro segue em prisão preventiva enquanto advogados trabalham juridicamente e “sócio-politicamente” para tirá-lo de lá.
O banqueiro costumava ressaltar que um de seus lemas nos negócios era escolher bem as pessoas “com quem se conectar nessa jornada”. Levou tão a sério sua jornada que passou a patrocina

Augusto Lima, ex-sócio do Master, tem ligações com o PT da Bahia
Empresário comprou supermercado do governo de Rui Costa em 2018; recebeu autorização para mandar cartão a funcionários do Estado em 2019
Augusto Ferreira Lima, preso na operação Compliance Zero da PF (Polícia Federal) na 3ª feira (18.nov.2025), tem sua origem empresarial em uma privatização de 2018 na Bahia. Foi realizada pelo então governador Rui Costa (PT), atual ministro-chefe da Casa Civil do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Economista, Lima comprou em 2018 a Ebal (Empresa Baiana de Alimentos), do governo estadual. O negócio incluiu a rede supermercados Cesta do Povo e um cartão de pagamentos, o Credicesta. Ele pagou R$ 15 milhões no leilão e ficou com as dívidas da Ebal. Havia sido a 3ª tentativa de

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