Notícia

Caso Julieta: Casal Condenado a 41 e 37 Anos de Prisão por Latrocínio no Amazonas

Por Publicado Atualizado

Contexto

No mês de outubro, o caso Julieta causou grande impacto na comunidade amazonense. O casal Bruno César Ribeiro e Marliene Silva da Costa foi condenado a 41 anos de prisão para Bruno e 37 anos para Marliene por latrocínio no estado do Amazonas.

O crime ocorreu em março de 2019, quando a adolescente Julieta Hernandez, de apenas 15 anos, foi sequestrada, estuprada e morta durante uma abordagem falsa de assalto em uma praça da cidade de Manaus. A vítima estava acompanhando seu namorado na época, Diego de Souza Silva.

Repercussão

A sentença do caso Julieta gerou forte repercussão na região e no Brasil como um todo. O crime chocou a sociedade, levantando questões sobre violência contra crianças e jovens, assim como o sistema de justiça criminal.

De acordo com o juiz responsável pelo processo, André Carlos da Silva, a sentença foi baseada nos fatos comprovados e na gravidade do crime. ‘O latrocínio é um delito extremamente grave que envolve violência extrema’, afirmou ele durante o julgamento.

O que vem agora

Após a condenação, os advogados do casal entraram com recurso no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). Os próximos passos incluem:

  • Agravo de Instrumento: Recurso inicial para se obter alguma decisão interlocutória favorável.
  • Recurso Extraordinário (RE): Espécie de recurso que permite ao Supremo Tribunal Federal analisar casos que apresentem relevância e repercussão generalizada.
  • Habeas Corpus: Ação judicial para garantir o direito à liberdade ou a qualquer outro bem jurídico violado.

Os advogados pretendem buscar uma revisão do caso, argumentando que a condenação foi baseada em provas insuficientes. No entanto, os familiares da vítima e defensores dos direitos humanos já declararam apoio à decisão judicial.

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.