
Durante dois meses, Amanda Vitória da Silva Felipe, 26, acreditou que os desconfortos que sentia eram algo passageiro. Até que a mãe dela, desconfiada, sugeriu um exame. O resultado foi uma surpresa: Amanda estava grávida. E, ao longo da gestação, enfrentaria não apenas os desafios da maternidade, mas também o silêncio imposto pela falta de acessibilidade.
Surda desde a infância, Amanda fez o pré-natal em Itamarati de Minas (MG) —cidade de 3.700 habitantes— sem a presença de intérprete de Libras.
A médica só falava, e eu não entendia nada. Pedi uma intérprete para entender o meu processo, mas não tinha ninguém.
Amanda Vitória da Silva Felipe
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Fontes
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