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Pedra do Destino: enfim sabemos o que aconteceu após o roubo de 1950

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Na manhã de Natal de 1950, um grupo de estudantes nacionalistas escoceses furtou a famosa Pedra do Destino da Abadia de Westminster, em Londres. No meio do caminho, o antigo artefato partiu-se em dois ao ser derrubado no chão. Por anos, o destino de pequenos fragmentos criados durante o seu reparo ficou desconhecido. Até agora.
Uma nova pesquisa liderada pela Universidade de Stirling, na Escócia, analisou pedaços deixados por uma restauração conduzida pelo escultor de monumentos e político liberal Robert Gray — que teria incentivado o roubo — antes de a pedra ser devolvida para as autoridades na Abadia de Arbroath, em abril de 1951 (por decisão dos próprios envolvidos).
Gray numerou e selecionou cuidadosamente 34 fragmentos e os presenteou, juntamente com outros fragmentos não numerados, a

Ímãs estão se tornando cada vez mais indispensáveis em um mundo feito de smartphones, veículos elétricos, dispositivos médicos e geradores de energia. E não são fáceis de se obter. Eles dependem de elementos de terras raras — caros e importados.
Com isso em mente, pesquisadores da Universidade de New Hampshire, nos EUA, criaram o Northeast Materials Database, um banco de dados com informações de 67.573 materiais magnéticos, incluindo 25 compostos até então desconhecidos que permanecem magnéticos mesmo em altas temperaturas.
“Ao acelerar a descoberta de materiais magnéticos sustentáveis, podemos reduzir a dependência de elementos de terras raras, diminuir o custo de veículos elétricos e sistemas de energia renovável e fortalecer a base industrial dos EUA”, afirma o autor principal, Suman It

Nem mesmo as doenças alérgicas ficaram de fora dos tópicos explorados no contexto da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, realizada nesta semana, em Belém, no Pará. E o motivo é simples: os efeitos das mudanças no clima têm agravado a epidemia de doenças alérgicas e respiratórias em escala global.
O alerta foi feito pela Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) em uma carta aberta enviada ao embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30. Segundo ele, apenas a predisposição genética não explicaria o aumento exponencial de pacientes com asma, rinite, dermatite atópica, conjuntivite alérgica e alergias alimentares ocorrido nas últimas décadas entre a população brasileira.
“O Brasil ao sediar a COP 30 terá a oportunidade de promover ações que

O GEN4 é o carro de corrida mais sustentável do automobilismo. É assim que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) define o seu mais novo modelo para a Fórmula E, previsto para estrear na próxima temporada, no final de 2026 — considerado também o carro de Fórmula E mais rápido da história do Campeonato Mundial ABB FIA. Em testes iniciais, o veículo atingiu a velocidade de 339 km/h.
“O GEN4 é muito mais do que um carro de corrida. Ele representa mais de uma década de progresso, inovação e ambição nas corridas elétricas”, disse Jeff Dodds, CEO da Fórmula E. “Desenvolvido em conjunto com a FIA, ele se destaca como a máquina mais avançada, exigente e sustentável que já construímos, redefinindo o que é possível em termos de desempenho e responsabilidade ambiental. Com o GEN4, a Fórmula

A matriz energética de Fernando de Noronha está prestes a passar por uma grande mudança. O arquipélago vai ganhar uma usina solar para reduzir a dependência de óleo diesel usado para geração de energia na térmica Tubarão. A primeira fase estará operacional em abril de 2026 e a segunda em 2027.
O lançamento do projeto Noronha Verde faz parte da agenda do Brasil para a COP30, realizada nesta semana em Belém, no Pará. E mostra o compromisso do país com a descarbonização e a segurança energética em territórios sensíveis e de alta relevância ambiental, diz o governo. Se concluído, o projeto tornará Noronha a primeira ilha oceânica habitada da América Latina com geração 100% limpa.
“Hoje, o Brasil inicia o processo de desligamento de uma térmica que consome 8,6 milhões de litros de óleo diesel p

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