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Indicação de Messias ao STF estremece relação do governo com Senado

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A indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) deve estremecer a relação do governo com o Senado, principal fonte de governabilidade de Lula (PT) neste mandato até o momento.
O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e uma parcela dos parlamentares preferia que o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) tivesse sido indicado. A interlocutores, após oficializada a decisão de Lula, Alcolumbre demonstrou insatisfação.
Havia expectativa de que o presidente telefonasse para informá-lo antes de a notÃcia tornar-se pública, o que não ocorreu, de acordo com a assessoria de imprensa de Alcolumbre.
Horas após a indicação de Messias, o presidente do Senado anunciou que levará ao plenário na próxima semana um projeto co

Com a indicação de Jorge Messias, Pernambuco pode voltar a ter um ministro do Supremo Tribunal Federal após mais de 60 anos.
Ao todo, 11 pernambucanos ocuparam uma cadeira no plenário do Supremo. O último foi Barros Barreto, nomeado por Getúlio Vargas em 1939, durante a ditadura do Estado Novo. Ele ficou no STF até 1963, ou seja, por 24 anos.
Agora, se aprovado pelo Senado, Jorge Messias, que tem 45 anos de idade, poderá ficar no Supremo até fevereiro de 2055.
A Faculdade de Direito do Recife, onde ele estudou, poderá ter um ex-aluno no STF após mais de 30 anos.
O mais recente que se formou na instituição a ocupar uma vaga na Corte foi o paraibano Rafael Mayer, que se aposentou em 1989 e exerceu o cargo de ministro por pouco mais de dez anos.
Ao todo, 40 ministros do STF foram

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