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Golpe do amor ainda é um problema? Saiba como se proteger, inclusive nos apps de namoro

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Em julho, uma aposentada de 62 anos no Distrito-Federal acreditava estar se envolvendo virtualmente com um homem que dizia trabalhar no Alasca e que tinha uma filha com câncer. Segundo o G1, ela chegou a transferir cerca de R$ 50 mil antes de descobrir que tudo não passava de golpe.
Já no início deste ano, na França, uma mulher descobriu que “namorava” Brad Pitt (ou ao menos, um perfil que usava a imagem dele) e perdeu cerca de R$ 5 milhões para um golpista que utilizava imagens criadas por inteligência artificial.
Os casos evidenciam que o chamado “golpe do amor” não é apenas um fenômeno isolado. Pelo contrário, ele permanece ativo, adaptando-se às novas tecnologias.
Mas isso significa que o crime acabou ou mudou de formato? A seguir: o que os números mais recentes revelam, como os golpis

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