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Minidólar (WDOZ25) mira semana carregada com indicadores do Brasil e dos EUA

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Os contratos de minidólar (WDOZ25), com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (21/11) em forte alta de 1,46%, cotados a 5.416,5 pontos. O dólar subiu em um ajuste influenciado pelos dados do payroll dos EUA, que vieram mais fortes do que o esperado e aumentaram a incerteza sobre um possível corte de juros pelo Fed em dezembro. No exterior, a moeda também avançou contra diversas divisas emergentes em um dia de queda do petróleo.
No Brasil, o movimento foi reforçado pelo ruído político após a indicação de Jorge Messias ao STF, que elevou o temor de piora na relação entre Planalto e Senado e reacendeu preocupações fiscais. A combinação de cenário externo mais forte e fluxo defensivo ampliou a volatilidade e sustentou o dólar em alta frente ao real.
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O mini-índice (WINZ25) encerrou a última sessão (21/11) em queda de 0,34%, aos 156.440 pontos. Já o Ibovespa recuou 0,39%, aos 154.770 pontos, em um pregão de baixa liquidez e marcado por correção após o rali recente. Mesmo com as bolsas nos EUA em alta — impulsionadas por comentários de dirigentes do Fed sugerindo chance maior de corte de juros — o mercado brasileiro caminhou na contramão, pressionado pelo feriado prolongado, cautela e realização de lucros. O dólar avançou 1,18%, a R$ 5,401, enquanto os juros futuros oscilaram de forma mista.
Para os traders de mini-índice, o dia foi de volatilidade contida e forte sensibilidade ao cenário externo, ainda sem dados importantes como payroll e inflação nos EUA, atrasados pelo shutdown. Internamente, o movimento foi influenciado p

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O Ibovespa fechou a última semana em baixa, interrompendo uma sequência de cinco semanas consecutivas de valorização. O índice recuou 1,88%, encerrando aos 154.770 pontos, após oscilar entre a mínima de 153.570 pontos e a máxima de 157.900 pontos. Ainda opera acima da região dos 150 mil pontos e mantém, no radar, a máxima histórica em 158.467 pontos, cuja quebra pode destravar novo fôlego comprador.
Pelo gráfico diário, observo que o índice rompeu a média de 9 períodos e agora se aproxima da média de 21 períodos, reforçando o fluxo corretivo que se instalou ao longo da semana. Para reverter esse cenário, o Ibovespa precisaria recuperar 155.387 pontos e, posteriormente, superar os 158.467 pontos, o que abriria espaço para os alvos em 158.710/160.251 pontos, com extensão para 161

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