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Bolsonaro foi preso 653 dias após início de investigação; veja cronologia

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso preventivamente pela PolÃcia Federal neste sábado (22), 653 dias após ter sido deflagrada, em fevereiro de 2024, a Operação Tempus Veritatis, com o objetivo de apurar a existência de uma organização criminosa envolvida na tentativa de golpe de Estado de 2022.
Bolsonaro já estava em prisão domiciliar desde 4 de agosto, em razão de descumprimento de cautelar que o proibia de usar as redes sociais, mesmo que por intermédio de terceiros.
Em setembro, ele foi condenado a 27 anos e três meses de prisão sob acusação de liderar a trama para permanecer no poder. Também foram condenados os outros sete réus do chamado núcleo crucial da trama golpista, todos ex-ocupantes de altos cargos no governo do ex-presidente.
No perÃodo da investiga

Congressistas de direita e aliados de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmam que a prisão do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), neste sábado (22) fez o senador entrar também na mira do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. O irmão, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), respondeu a inquérito na corte e é réu por coação há uma semana.
Flávio convocou a vigÃlia em frente ao condomÃnio de Jair Bolsonaro (PL), um ponto central da decisão do ministro de prender o ex-presidente pelo risco de fuga, junto com a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica durante a madrugada. Para a PolÃcia Federal, o ato dificultaria o cumprimento de uma ordem de prisão ao fim do processo da trama golpista no STF.
A pressão sobre Flávio ocorre num momento em qu

A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pegou aliados de surpresa, dificultando uma maior mobilização do eleitorado do polÃtico contra a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes neste sábado (22). A primeira reação do núcleo mais próximo do ex-presidente foi de recorrer a discursos religiosos para tentar dar coesão à parcela bolsonarista da população.
Apoiadores do ex-presidente se aglomeram em frente à PolÃcia Federal em BrasÃlia, para onde Bolsonaro foi levado pela manhã. Também estuveram à noite em uma vigÃlia organizada pelo filho mais velho do polÃtico, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O público somado ficou em algumas centenas de pessoas.
Ao chegar à vigÃlia, Flávio disse que não se tratava de um ato polÃtico, mas

Aliados de Jair Bolsonaro (PL) e lÃderes de partidos de direita classificaram a gravação que mostra o ex-presidente explicando as marcas de queimadura na tornozeleira eletrônica, divulgada neste sábado (22), como desmoralizante e eleitoralmente muito danosa para o bolsonarismo.
Em caráter reservado, eles afirmam que a exploração dessas imagens na disputa do ano que vem pelo PT é certa, o que coloca nomes ligados ao ex-presidente em situação delicada e favorece aqueles mais independentes.
No vÃdeo, feito por servidora da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal, Bolsonaro diz que fez uso de “ferro quente”, um ferro de solda, para tentar abrir sua tornozeleira. A tentativa de violação foi um dos pontos citados pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Sup

Integrantes do centrão avaliam que o vÃdeo em que Jair Bolsonaro (PL) admite que fez uso de “ferro quente” para tentar abrir sua tornozeleira eletrônica deverá dificultar o andamento do projeto de lei da anistia no Congresso Nacional e até mesmo a discussão sobre a redução de penas dos condenados pelos ataques golpistas do 8 de Janeiro.
Havia uma expectativa entre parlamentares de que o tema voltasse ao debate da Câmara nos próximos dias. O presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) afirmou a interlocutores no fim da semana que o relator, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), preparava ajustes ao texto e que ele deveria ser discutido com lÃderes.
Na manhã deste sábado (22), Paulinho disse à Folha que a prisão preventiva do ex-presidente deveria dar novo impulso ao projeto, afirma

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