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Como 6 pequenas empresas no mundo lidam com o caos de Trump, inclusive no Brasil

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O agricultor de chá no Japão, a empresa de sapatos em Montreal, o chocolatier no México: pequenas empresas ao redor do mundo foram abaladas pelas políticas comerciais constantemente mutáveis do presidente Donald Trump.
As regras comerciais derrubaram estratégias, preços, logística e investimentos enquanto empresas tentam ao mesmo tempo informar e manter seus clientes nos EUA. Algumas pequenas empresas, que operam com margens muito apertadas, estão questionando ou pausando seus planos de expansão nos Estados Unidos.
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Conversamos com seis empresas, da Suécia ao Brasil, sobre como estão se comunicando com clientes e gerenciando a incerteza. Aqui está o que disseram.
Para um designer sueco,

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A recente saída de Warren Buffett como CEO da Berkshire Hathaway está sendo amplamente reconhecida não apenas por seu impacto em Wall Street, mas também como uma aula magistral de liderança altruísta. Carolyn Dewar, sócia sênior e co-líder da prática de CEOs da McKinsey — uma das célebres consultoras de CEOs — descreve a transição de Buffett como “liderança em sua forma mais altruísta”: uma lição silenciosa, porém poderosa, para líderes em todos os lugares.
Dewar, que já conversou com centenas de CEOs e líderes em seu trabalho, incluindo para seu livro recém-cocriado A CEO for All Seasons, escreveu no LinkedIn que a carta final de Buffett aos acionistas da Berkshire é típica do homem chamado de “O Oráculo de Omaha”.
Leia também: 5 lições que a última carta de Warren Buffett aos

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A IA é cara. Processadores são caros, centros de dados são caros, energia e água são caras, aquisição de dados é cara. Gigantes como os EUA e a China podem arcar com esses custos. Mas outras regiões menores — como o Sudeste Asiático, lar do maior grupo de pessoas desconectadas do mundo fora da África Subsaariana — conseguem acompanhar?
Ainda assim, especialistas presentes no Fortune Innovation Forum em Kuala Lumpur, na Malásia, na semana passada estavam otimistas de que países menores poderiam investir em IA que funcione para eles, mesmo enquanto apontavam muitas das limitações que ainda impedem maiores investimentos.
“Existe a oportunidade de realmente aproveitar o que passou a ser conhecido como ‘IA pequena’, que é muito mais direcionada, potencialmente adequada para uso offl

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Quem acha que as Big Techs americanas são a únicas a figurar entre as maiores altas do mercado neste ano está enganado. Segundo estudo da consultoria Quantum Finance, as “Sete Magníficas” — Nvidia (NVDC34), a controladora do Google Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34), Meta (M1TA34), Tesla (TSLA34), Amazon (AMZO34) e Apple (AAPL34) estão bem atrás de outras companhias bem menos conhecidas como MP Materials, Sibanye StillWater, Quantumscape, Gold Fields, Seagate Technologies ou Aura Minerals, que sobem mais de 140% no ano até outubro.
A consultoria usa como referência os preços dos recibos de ações dessas empresas negociados na B3, os Brazilian Depositary Receipts, ou BRDs, e que permitem ao investidor brasileiro ter esses papéis em sua carteira sem aplicar lá fora.
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