Mercado global de renda fixa vive realocação histórica; entenda a razão

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O mercado global de renda fixa atravessa uma das fases mais intensas de realocação dos últimos anos, impulsionada por cortes de juros que vêm ocorrendo simultaneamente em diversas economias desenvolvidas e emergentes.
A combinação entre encerramento de ciclos de aperto monetário, volatilidade na ponta longa da curva e fundamentos ainda resilientes tem criado um ambiente dinâmico — e desafiador — para investidores.
Essa é a leitura de duas das maiores gestoras de renda fixa do mundo, que participaram do XP Global Conference 2025. Elas enxergam um cenário de oportunidades, mas defendem posicionamento defensivo diante de spreads apertados e incertezas macroeconômicas.
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Segundo Isabella Nunes, diretora comercial do JP Morgan Asset Management no Brasil,
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O trade de eleições está ativo, mas ainda há um alto prêmio a ser capturado para quem se posicionar visando alternância de poder em 2026, na visão de Luis Stuhlberger. Para o gestor da Verde Asset, os preços atuais embutem 60% de chance de vitória de um nome da direita sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no ano que vem.
“O mercado se posiciona, na minha opinião, nos preços de hoje, como um 60% a 40% de [chance de um candidato] não Lula [vencer]”, disse Stuhlberger nesta terça-feira (25), durante evento promovido pelo UBS, em São Paulo.
“Mas imaginando no preço de hoje, vendo a reação do mercado quando o Temer entrou, quando o Bolsonaro entrou, você tem 16% para ganhar no câmbio em um ou dois meses”, falou.
O gestor destacou que, no mercado de opções, há ativos que
Fontes
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