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Para investigadores, mudança de versão sobre tornozeleira dificulta defesa de Bolsonaro

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As mudanças de versão sobre a violação da tornozeleira eletrônica dificultam a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), avaliam investigadores ouvidos pelo blog.
Foram três versões até aqui, documentadas em registros oficiais:
– bateu na escada;
– tentou abrir por curiosidade;
– tentou abrir porque teve um surto.
Bateu na escada
O Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (CIME), órgão do governo do Distrito Federal, que controla remotamente Bolsonaro, recebeu à 0h07 do dia 22 de novembro o alerta indicando violação do dispositivo.
Imediatamente, foram acionadas a equipe de escolta que estava em frente à residência e a diretora do centro de monitoramento, Rita Gaio, que se dirigiu para a residência de Bolsonaro.
Os policiais penais não levaram nem 10 minutos para se encontrar com Bols

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