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Como Flamengo e Palmeiras ‘cortaram na carne’ e saíram do fundo do poço ao protagonismo

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Ricos, estruturados e finalistas da CONMEBOL Libertadores, que será decidida neste sábado (29), às 18h (de Brasília), com transmissão ao vivo do Disney+, Palmeiras e Flamengo nadam de braçadas há anos no futebol brasileiro e sul-americano. No entanto, esse cenário era algo imaginável se voltarmos para 2013.
Exatos 12 anos antes da final que acontece em Lima, no Peru, os dois clubes estavam no buraco. Salários atrasados, pouca estrutura e dívidas enormes faziam parte do cotidiano de Palmeiras e Flamengo. Até que dois presidentes até então desconhecidos do grande público foram eleitos e iniciaram um trabalho de reconstrução dos clubes.
Do lado alviverde, Paulo Nobre foi quem teve a missão de assumir um Palmeiras que estava na segunda divisão e que nem dinheiro para pagar uma conta de luz tin

Quem não gostaria de jogar hoje no Palmeiras ou no Flamengo? Se vestir as camisas mais vitoriosas da atualidade do Brasil hoje é um sonho, o cenário era bem diferente alguns anos atrás, quando essas equipes sequer imaginavam que um dia decidiriam uma CONMEBOL Libertadores.
Assim como em 2021, os dois times se enfrentam neste sábado (29), às 18h (de Brasília), em Lima, pelo posto de melhor time da América do Sul. A partida, que terá transmissão ao vivo do Disney+, é quase um tapa na cara de quem desdenhou das duas camisas no passado.
“Daqui a alguns anos, ninguém mais vai querer jogar no Flamengo”. Essa foi a frase dita por Carlos Eduardo em 2014. Na época, o meia, principal contratação da temporada anterior, deixava o clube após uma passagem bem abaixo do esperado.
Obviamente, a declaração

Goleiro do Palmeiras que busca o tetra da CONMEBOL Libertadores contra o Flamengo, neste sábado (29), às 18h (de Brasília), com transmissão do Disney+, Carlos Miguel tem um passado no Rubro-Negro que é desconhecido do grande público.
O atual camisa 1 do Palmeiras era goleiro do Boavista, de Saquarema, quando um projeto de captação da base rubro-negro o levou para um período de testes no Flamengo, onde acabou aprovado.
O ESPN.com.br foi atrás de José Jober, preparador de goleiros da base rubro-negra e responsável por receber Carlos Miguel, ainda garoto, para o último ano da categoria sub-17. O profissional lembrou o início da trajetória do hoje palmeirense na Gávea.
“Em 2016, eu trabalhei na categoria sub-17 do Flamengo. Ele veio por captação técnica de um observador. Na época o Carlos defe

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