Notícia

‘Não temos crise de renda, o que preocupa é o juro’, diz vice-presidente da Caixa

Por Publicado Atualizado

Publicidade
O vice-presidente de Finanças e Controladoria da Caixa Econômica Federal, Marcos Brasiliano Rosa, afirmou nesta quinta-feira (27) que o Brasil não vive uma crise de renda e emprego que possa impactar o nível de inadimplência das famílias, mas que as finanças pessoais da população sofrem com a pressão da taxa de juro alta, atualmente em 15% ao ano.
Segundo ele, a carteira do banco dá “tranquilidade” para enfrentar este momento. A declaração foi dada durante a apresentação do balanço do terceiro trimestre da instituição, que aconteceu em São Paulo.
No terceiro trimestre deste ano, a Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido contábil de R$ 3,8 bilhões, um aumento de 15,4% em relação ao mesmo período de 2024 e de 50,3% em relação a setembro do ano passado.
“A nossa carteira n

Publicidade
O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Antônio Vieira Fernandes, afirmou nesta quinta-feira (27) que o país viveu um “excesso de crédito” no agronegócio, o que levou à acumulação de terras em vez de investimentos, elevando o risco de inadimplência no setor.
No terceiro trimestre deste ano, a Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido contábil de R$ 3,8 bilhões, um aumento de 15,4% em relação ao mesmo período de 2024 e de 50,3% em relação a setembro do ano passado.
A carteira de crédito do agronegócio estava em setembro em R$ 61,8 bilhões, um aumento de 3,7% se comparado a setembro do ano passado. Segundo Vieira, este crescimento foi expressivo nos últimos anos, o que fez o aumento da inadimplência no setor ser um “ponto de atenção” para a gestão da instituição.
O

O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (27), vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no projeto de lei que cria regras mais flexíveis para o pagamento das dívidas bilionárias dos estados com o governo federal, o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).
Diferente do governo, senadores e deputados decidiram em sessão conjunta, autorizar que estados utilizem repasses do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR) para pagar dívidas com a União.
O FNDR foi criado pela reforma tributária para reduzir desigualdades regionais e sociais, com a distribuição de recursos da União aos estados e ao Distrito Federal. Os repasses vão começar a ser feitos em 2029, de forma escalonada e alcançarão R$ 60 bilhões anuais a partir de 2043
A possibilidade de abate

O Congresso Nacional decidiu nesta quinta-feira (27), em sessão conjunta, autorizar que estados utilizem repasses do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR) para pagar dívidas com a União.
O FNDR foi criado pela reforma tributária para reduzir desigualdades regionais e sociais, com a distribuição de recursos da União aos estados e ao Distrito Federal. Os repasses vão começar a ser feitos em 2029, de forma escalonada e alcançarão R$ 60 bilhões anuais a partir de 2043.
A possibilidade de abater a dívida com recursos do FNDR havia sido vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em janeiro deste ano, durante a sanção de um novo programa de refinanciamento de débitos dos estados.
Governadores e secretários de Fazenda dos estados mais endividados com a União — São Paulo, Mi

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.