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Os advogados do investigador Fernando Augusto Diniz, da Polícia Civil de Minas Gerais, preso após atirar com um fuzil contra trabalhadores de uma obra em Contagem (MG), afirmaram que a acusação contra o policial é “injusta”.
O que aconteceu
Defesa alega que o cliente é inocente e que ele foi vítima de “julgamento prematuro”. “Após o assassinato do gari Laudemir Fernandes, no qual vinculou-se a imagem da Polícia Civil de Minas Gerais, qualquer incidente que noticie a participação de agentes daquela instituição, ocorre o julgamento prematuro, com a criação de factoides”, diz nota do escritório Silveira e Silva Advogados.
Advogados afirmam que Fernando não pode ser enquadrado por tentativa de homicídio. “A partir das informações contidas nos laudos periciais e nas oitivas das próprias vítimas

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