Notícia

Paulo Vieira

Por Publicado Atualizado

Para quem está chegando agora ao “petit monde” da corrida, tênis minimalista é como cabeça de bacalhau: não existe, ninguém jamais viu, exceto uns matusaléns que afirmam até mesmo tê-lo levado aos pés.
Objeto de desejo no começo da década, um tanto por conta do hype do livro “Nascido para Correr”, do estadunidense Christopher McDougall, o tênis minimalista, sem amortecimento, já foi obrigatório no portfólio das grandes marcas. Eu venerava o Nike Free, que praticamente era só cabedal, primor de elegância e contenção.
A ideia por trás do calçado, sua “raison dâêtre”, era simples: estimular a musculatura do pé, que faria o trabalho do amortecimento, ajudando com isso inclusive em ganhos de velocidade.
Com o correr dos anos, o conceito foi desvirtuado, e os modelos vira

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