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Josias de Souza

Por Publicado Atualizado

Trump atravessa urucubacas na agenda da conversa com Lula
Para presidentes convencionais, só há uma coisa pior do que uma crise: duas crises. Com Donald Trump é diferente. O chefe da Casa Branca especializou-se em criar crises. Age como se acreditasse que a melhor maneira de desfazer as crises que fabrica é criando outras crises. Um dos seus passatempos mais recentes é industrializar instabilidade na vizinhança do Brasil.
Ao retirar Bolsonaro de sua agenda, Trump parecia ter livrado o Brasil de um encosto. De repente, atravessou duas novas urucubacas no estreitamento de sua inimizade com Lula. Primeiro, implicou com a Venezuela. No último final de semana, comprou briga com a Colômbia. Trata o ditador Nicolás Maduro e o presidente Gustavo Petro como chefes de carteis de drogas.
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