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Fachin assume STF com desafio de aumentar credibilidade e confiança institucional

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O STF (Supremo Tribunal Federal) terá nesta segunda-feira (29) um novo comandante. A posse de Edson Fachin marca o fim da gestão de LuÃs Roberto Barroso, que se despede após dois anos à frente da presidência da corte, perÃodo no qual liderou em meio à s tensões polÃticas.
Em entrevistas ao longo dos últimos dias, ao fazer um levantamento sobre sua gestão, Barroso defendeu o protagonismo do STF, criticou a PEC da Blindagem e classificou o julgamento da trama golpista como encerramento de um “ciclo de atraso”. Ao mesmo tempo, reconheceu que não conseguiu alcançar a pacificação nacional que esperava. Fachin assume, portanto, um tribunal pressionado e com divisões internas.
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O governador de São Paulo, TarcÃsio de Freitas (Republicanos), visita nesta segunda-feira (29) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em sua prisão domiciliar. O encontro foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
TarcÃsio pretende chegar à casa em que Bolsonaro está detido, em BrasÃlia, por volta de 12h. Ele deve almoçar com o ex-presidente e conversar sobre o cenário polÃtico.
O encontro ocorre em momento que o presidente Lula (PT) acumula maré positiva e, com isso, provoca na direita dúvida sobre o que fazer na eleição de 2026.
Segundo pessoas por dentro da reunião, o principal assunto é o projeto de lei que concede anistia aos envolvidos na trama golpista e nos ataques de 8 de janeiro. O relator da proposta, deputado Paulinho da Força

A gestão Lula (PT) acumulou uma coleção de situações polÃticas favoráveis, incluindo a saÃda da defensiva na relação com o Congresso, o que possibilitou reverter o clima observado há apenas três meses, de governo dado como acabado e de uma reeleição improvável.
O até agora fundo do poço de Lula 3 começou a ser desenhado em janeiro quando o Ministério da Fazenda teve que recuar em uma medida que considerava correta por causa de um vÃdeo de Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre o Pix que superou a casa de 300 milhões de visualizações, passou pela mais baixa aprovação popular das três gestões do petista, no mês seguinte, e culminou com a derrubada de seus decretos sobre o IOF por quase 400 votos na Câmara, em 25 de junho.
Nesse dia, o clima no Congresso era de governistas d

Pela segunda vez, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) LuÃs Roberto Barroso e Edson Fachin se sucedem no comando de um órgão em um momento de alta tensão e marcado por ataques ao Judiciário.
Em 2022, a ameaça era interna. Fachin assumia a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) num momento em que o então presidente Jair Bolsonaro (PL) mais uma vez subia o tom de contestação à s urnas e à Justiça Eleitoral âe quando a participação dos militares em comissão do tribunal ganhava contornos preocupantes, alinhada aos interesses do então mandatário.
Passados mais de três anos, o ministro volta a receber o bastão de Barroso nesta segunda-feira (29). Desta vez, porém, para assumir a presidência do Supremo. Se antes o foco de preocupação vinha do próprio pres

Enquanto as negociações para o encontro entre Lula e Trump seguem, sem um formato nem data definidos, o presidente Lula quer mostrar ao colega dos Estados Unidos que, no Brasil, a trama golpista não inclui só o 8 de janeiro de 2023.
Houve até plano para matá-lo, o vice Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes, além de reuniões na residência oficial do governo para discutir uma intervenção na Justiça Eleitoral brasileira e impedir a posse do presidente eleito.
Na avaliação da equipe de Lula, Trump foi conduzido a acreditar que aqui no Brasil aconteceu exatamente o que ocorreu no dia 6 de janeiro de 2021, uma invasão do Congresso, e que isso não pode ser considerado um golpe.
Só que, no Brasil, houve todo um planejamento, discussão no Alvorada e planos para assassinar autoridades.
Lu

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