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Por que tornar seus funcionários mais felizes traz resultados?

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O mundo da gestão está sempre aberto a novas ideias e perspectivas para tornar as empresas mais eficientes e lucrativas. Algumas recomendações têm mérito, mas outras são vistas, tanto dentro quanto fora das empresas, como modismos, tendências passageiras que os gestores suportam até abandoná-las ao buscar a “próxima grande coisa”.
Um anti-modismo de gestão é: para aumentar o desempenho empresarial, eleve a felicidade das pessoas que fazem o trabalho. Pesquisas recentes, incluindo estudos conduzidos por acadêmicos independentes e pelas próprias empresas, mostram que entender o bem-estar e maximizá-lo por meio de práticas gerenciais não só melhora a qualidade de vida dos funcionários — como também aumenta significativamente a produtividade e a lucratividade.
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A participação do presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Vieira de Mello Filho, em audiência na Câmara dos Deputados em novembro, reacendeu o debate sobre os rumos das relações de trabalho no país.
Ao discutir o tema “Novas Relações de Trabalho e o Papel do Judiciário”, o ministro fez um alerta contundente: o avanço acelerado da pejotização pode fragilizar direitos trabalhistas e sociais, além de comprometer o financiamento da Previdência e colocar em risco o futuro do país. A colocação, no entanto, levantou discussões entre advogados, que falam da modernização do mercado de trabalho.
Segundo dados apresentados por Mello Filho, 5,5 milhões de trabalhadores migraram da CLT para contratos como pessoa jurídica entre 2022 e 2025, gerando perdas estimadas de R$

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As fraudes envolvendo supostos advogados tem avançado tanto que já chamam atenção da Justiça diante dos milhares de brasileiros que aguardam decisões trabalhistas e pagamentos de precatórios. Com a digitalização de processos e documentos públicos, além das longas filas para liberação de indenizações, a área acabou abrindo espaço para ação de golpistas, que vem se sofisticando na abordagem, usando até mesmo logotipo dos tribunais, petições reais e até inteligência artificial para simular vozes.
O perigo tem sido tão grande que a própria Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu criar neste ano uma equipe especializada para enfrentar o problema. Segundo o Eduardo Ferrari, presidente da Comissão de Força-Tarefa para Enfrentamento do Golpe do Falso Advogado da OAB-SP, a regra núm

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Os índices dos Estados Unidos encerraram novembro em volatilidade, mas com alta no acumulado do ano. Nasdaq teve recuo de -1,64% e alta de +21,05% no ano. O S&P teve leve alta de +0,13%, e acumula ganhos de +16,45% no ano.
Na avaliação dos bancos e corretoras de investimento, novembro foi marcado pela preocupação dos investidores sobre a Inteligência Artificial.
Além disso, os índices refletiram as dúvidas quanto aos rumos da política monetária americana, com dados melhores de emprego contrastando com falas duras dos membros do Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos, e a expectativa sobre o corte nos juros. Este cenário, a análise das empresas e a projeção de desempenho guiaram as indicações de investimentos em ações internacionais para dezembro.
Em um cenário de j

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