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Liminar de Gilmar sobre impeachment de ministros do STF desarma ‘golpe parlamentar’ gestado para 2027, dizem aliados

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A decisão do ministro Gilmar Mendes desta quarta-feira (3), que determinou que apenas a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode propor o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo interlocutores, foi para “desarmar o golpe parlamentar” contra a Corte que via sendo gestado para 2027.
Nos bastidores, a liminar é tratada como a vacina para impedir que o Senado, caso tenha uma maioria bolsonarista eleita em 2026, coloque o tribunal de joelhos.
Na prática, Gilmar retirou da mão de parlamentares e cidadãos comuns a arma mais usada para pressionar o STF. Ao suspender trechos da Lei 1.079 (de 1950), o decano definiu que a legitimidade para pedir a cabeça de um ministro é exclusiva do PGR.
Além disso, o ministro subiu o sarrafo para o Senado: agora, para abrir um process

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