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Custo logístico e juros altos travam competitividade das exportações, aponta CNI

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A competitividade das exportações brasileiras continua comprometida por gargalos internos, especialmente logísticos, e por fatores macroeconômicos, como juros elevados. É o que revela a nova edição da pesquisa Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras, divulgada nesta terça-feira (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O levantamento, que avaliou o impacto de 50 tipos de entraves sobre as operações externas, mostra que os quatro maiores obstáculos enfrentados pelos exportadores estão diretamente ligados à logística e infraestrutura. O principal deles é o alto custo do transporte internacional, apontado como um fator crítico por 58,2% das empresas ouvidas.
Na sequência estão ineficiência dos portos para manuseio e embarque, indicada por 48,5% das companhi

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A Suprema Corte está decidindo o destino das tarifas do presidente Trump, mas mesmo que o governo perca, isso pode não fazer diferença, disse o secretário do Tesouro, Scott Bessent.
O ponto central é o uso, pela administração Trump, da Lei Internacional de Poderes Econômicos de Emergência (Ieepa) para justificar algumas de suas tarifas, incluindo a tarifa básica de 10% sobre quase todos os países. A Ieepa, aprovada pelo Congresso em 1977, dá ao presidente “amplos poderes” em questões econômicas, como tarifas, após declarar uma “emergência nacional”, para a qual a Casa Branca apontou o aumento das importações de fentanil do exterior.
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Embora não seja gar

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Para Mark Zuckerberg, a criação mais significativa de seus dois anos na Universidade Harvard não foi o embrião de uma rede social global, e sim um site polêmico que quase o levou à expulsão.
O CEO da Meta disse, em um discurso de formatura em 2017 em Harvard que o site controverso, o Facemash, foi “a coisa mais importante que eu construí no meu tempo aqui” por um motivo simples: ele o levou a conhecer sua esposa, Priscilla Chan.
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“Sem o Facemash eu não teria conhecido Priscilla, e ela é a pessoa mais importante da minha vida”, disse Zuckerberg durante o discurso.
Em 2003, Zuckerberg, então estudante do segundo ano, criou o Facemash invadindo os diretórios

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O CEO da empresa mais valiosa do mundo não conheceu os Estados Unidos por meio de universidades de elite ou incubadoras de tecnologia. Sua educação começou em um internato rural em Kentucky onde os estudantes fumavam, carregavam facas e o aluno mais novo do campus, aos 9 anos, era encarregado de limpar os banheiros.
Esse aluno era Jensen Huang.
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Em uma recente participação no podcast de Joe Rogan, o CEO da Nvidia voltou àquele começo improvável e o atribuiu aos pais, que haviam enviado ele e o irmão para os Estados Unidos em meados dos anos 1970 praticamente sem nada.
A família morava em Bangkok durante um dos recorrentes golpes de Estado na Tailândia,

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Este ano não vai ser igual aquele que passou? 2026 está chegando e com ele vêm as projeções macroeconômica que vão embasar o humor dos mercados financeiro e dos investidores. E o que esperar para o período? Quais os riscos de 2025 que permanecem, quais os perigos que passaram e o que pode acrescentar novas doses de incerteza?
O InfoMoney ouviu dois especialistas sobre o tema durante o Onde Investir 2026: os economistas-chefes da XP, Caio Megale, e do Banco Inter, Rafaela Vitória. O diagnóstico geral é que 2026 será melhor, mas nem tanto.
Durante o debate, foi inescapável fazer comparações entre a virada de 2024 para 2025 com o mesmo período agora. Nesse ponto, s diferenças são gritantes. Uma comunicação errática do governo sobre a meta fiscal se somou a incertezas com a chegada

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