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Reação ao Copom, auxílio-desemprego nos EUA, varejo no Brasil e mais destaques hoje

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Após as decisões do Copom e do Federal Reserve (Fed) amplamente em linha com a expectativa dos mercados, as atenções nesta quinta-feira (11) se voltam para os dados de auxílio-desemprego nos EUA, projetados em 220 mil. Outro dado relevante da agenda americana é o resultado balança comercial de setembro, que deve registrar déficit de US$ 63,3 bilhões.
No campo corporativo, após decepção com resultados da Oracle ontem, que alimentaram temores com o estouro da bolha de inteligência artificial, investidores aguardam os balanços de Costco, Broadcom e Lululemon.
Por aqui, o Copom manteve a taxa Selic em 15% ao ano. No exterior, o Fed reduziu os juros em 0,25 ponto percentual, levando a taxa básica americana para o intervalo entre 3,50% e 3,75%. Nenhum dos dois sinalizou claramente os

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A Taesa (TAEE11) iniciou a semana tentando recuperar parte do terreno perdido após renovar sua máxima histórica em R$ 45,45, mas ainda opera dentro de um movimento corretivo que enfraqueceu o fluxo comprador no curto prazo. No último pregão, o papel avançou 1,21%, fechando a R$ 41,83, porém permanece abaixo das médias de 9 e 21 períodos — um sinal claro de perda momentânea de tração.
A leitura gráfica mostra um ativo que, apesar de preservar sua tendência maior de alta, encontra dificuldades para retomar o impulso após o topo histórico. Enquanto isso, no médio prazo, a estrutura continua sólida: mesmo com recuo de 3,88% em dezembro, TAEE11 acumula alta de 37,93% em 2025, sustentando topos e fundos ascendentes e um ciclo construtivo que ainda não foi descaracterizado.
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Os contratos de minidólar (WDOF26), com vencimento em janeiro, encerraram a última sessão (10/12) em alta de 0,69%, cotados a 5.497 pontos. O dólar voltou a subir no Brasil, contrariando o recuo da moeda no exterior após o Federal Reserve cortar juros em 0,25 ponto. A alta refletiu, sobretudo, o aumento do risco político, após Flávio Bolsonaro reiterar que sua candidatura à Presidência é “irreversível”, reforçando a percepção de maior incerteza fiscal e elevando a aversão ao risco doméstico.
Lá fora, o dólar caiu frente a outras moedas após o Fed sinalizar novos cortes ao longo dos próximos anos, mas o movimento internacional não foi suficiente para aliviar o câmbio local. No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15%. Para os traders, o dia misturou pressão política, juros no rada

Exclusivo: MG vai usar fábrica do Chevrolet Spark para ter carros nacionais
Chinesa terá operação nacional em parceria com a Comexport em 2026; veículos serão montados a partir de kits importados da China
Poucos meses depois de voltar ao Brasil com portfólio elétrico e novo posicionamento, a sino-britânica MG já planeja começar a montar veículos em solo nacional. A própria marca anunciou os planos durante o Salão do Automóvel e confirmou que os trabalhos serão realizados a partir de 2026. Agora, Autoesporte vai mais longe e antecipa com exclusividade onde a operação será baseada.
De acordo com apuração da nossa reportagem, a MG montará veículos no Brasil em Horizonte (CE) a partir de acordo firmado com a Comexport, empresa que adquiriu a antiga fábrica da Troller e transformou a unidade, a

Após a passagem do ciclone extratropical, cerca de 1,5 milhão de imóveis ainda estão sem energia elétrica na manhã de hoje na Grande São Paulo.
O que aconteceu
Até ontem a noite, eram 2,2 milhões de clientes sem energia. De acordo com dados da Enel, atualizados às 5h40 de hoje, esse número diminuiu para 1,5 milhão. Equipes técnicas teriam trabalhado durante a madrugada para resolver a situação.
Só na capital paulista, são mais de 1 milhão de unidades consumidoras sem o serviço. Isso significa que cerca de 20% da cidade foi afetada, uma vez que a concessionária atende 5,8 milhões de imóveis no território.
Em Embu-Guaçu, mais de 60% do município estão sem luz. Em valores totais, são 14.267 pontos prejudicados de 22.874, ainda segundo informações da Enel.
O UOL questionou a Enel sobre a previ

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