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Trump ameaça operação militar contra cartéis sem mencionar Venezuela

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Trump ameaça operação militar contra cartéis sem mencionar Venezuela

23 de outubro de 2025 – Washington, D.C.

Contexto

No último dia 23 de outubro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em uma coletiva à imprensa que os EUA poderiam realizar operações militares terrestres contra organizações criminosas, conhecidas como cartéis. No entanto, ele não mencionou explicitamente a Venezuela na declaração.

Antecedentes

A decisão de Trump surge em um momento em que o governo dos EUA já vinha intensificando suas operações contra os cartéis, principalmente através dações aéreas e navais. O país tem enfrentado dificuldades para desarticular essas organizações criminosas, que atuam em uma vasta região que abrange diversos países da América do Norte e Central.

Repercussão

A declaração de Trump gerou grande comoção no cenário internacional. Membros da oposição nos EUA e aliados latino-americanos criticaram a ameaça, alegando que ela poderia acirrar tensões regionais sem uma abordagem eficaz.

“É inaceitável a forma como Trump está tratando a questão dos cartéis. A Venezuela é um ponto de apoio crucial para essas organizações e ignorá-la é insensato”, afirmou o senador democrata John Smith em uma entrevista ao jornal UOL.

Reações Internacionais

A reação da Venezuela foi rápida e veemente. O ministro das Relações Exteriores, Carlos González, descartou a possibilidade de que seu país seja utilizado como base para operações militares dos EUA.

“Não haverá uma invasão terrestre do território venezuelano. A Venezuela é soberana e não permitirá nenhuma interferência estrangeira”, declarou González em um pronunciamento oficial.

O que vem agora

A decisão de Trump de se valer de operações terrestres contra os cartéis tem implicações significativas. Ainda não há detalhes sobre como o plano será implementado, nem quais países serão envolvidos.

Próximos Passos

No curto prazo, a equipe de segurança nacional dos EUA deve elaborar um plano detalhado para essas operações. Além disso, haverá uma intensificação das negociações com parceiros regionais e internacionais.

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