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Orçamento não existe para servir ao partido no poder, diz articulador de calendário de emendas

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Um dos principais articuladores do calendário de pagamento de emendas, o deputado Danilo Forte (União Brasil-CE) defende a decisão do Congresso de determinar ao governo a obrigação de repassar 65% das emendas impositivas antes do inÃcio do perÃodo eleitoral, em 4 de julho de 2026.
“O Orçamento não pode ser para servir ao governo, ao Executivo e ao partido que está no governo. Quando, em 2014, eu votei a favor da emenda individual impositiva, foi justamente para diminuir a subserviência de um Poder a outro, o que estava atrapalhando a democracia”, afirma.
As declarações de Forte foram feitas após o presidente Lula (PT) afirmar que o Congresso sequestrou 50% do Orçamento da União e chamar as emendas impositivas de “grave erro histórico.
O parlamentar argumenta que a ConstituiÃ

Quem já tentou remar contra a corrente sabe que, quando a correnteza muda, insistir no trajeto planejado só aumenta o desgaste. Michel de Montaigne observou nos Ensaios que nosso pensamento está sempre oscilando e se transformando, lembrando que a falibilidade é parte da nossa natureza. Os mercados vivem o mesmo dilema: seguir o plano original ou ajustar a rota quando o cenário deixa de cooperar.
A semana deveria ser dominada pelas duas reuniões que encerram o ano nos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos. No Copom, o mercado já precifica manutenção da Selic, hoje em 15% ao ano, com pouco espaço para surpresas. No Fed, porém, a expectativa predominante é por mais um corte, que levaria a taxa básica americana ao intervalo entre 3,5% e 3,75%. Seria, em tese, uma semana

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