Entenda esquema de venda de decisões no STJ, segundo a PF

Entenda esquema de venda de decisões no STJ, segundo a PF
Relatório parcial das investigações relacionadas à operação Sisamnes indica rede criminosa para vender informações dos gabinetes da Corte
As investigações da Polícia Federal decorrentes da operação Sisamnes, deflagrada em novembro de 2024, indicam a existência de uma organização criminosa que atuava na antecipação de decisões judiciais do STJ (Superior Tribunal de Justiça). De acordo com relatório parcial da investigação, ao qual o Poder360 teve acesso, a organização contava com uma rede de assessores de gabinetes dos ministros que antecipavam decisões mediante propina.
Segundo o documento, os ministros da Corte não participaram do esquema. Leia mais abaixo as notas enviadas ao Poder360.
A PF afirma que o grupo atuava em um mercado
Quem é o lobista acusado de comandar esquema de venda de decisões no STJ
Andreson Oliveira Gonçalves está preso preventivamente sob a suspeita de comprar informações sigilosos dos gabinetes de ministros
Deflagrada há 1 ano, a operação Sisamnes, da Polícia Federal, aponta o empresário Andreson de Oliveira Gonçalves como principal articulador de um suposto esquema de venda de decisões no STJ (Superior Tribunal de Justiça). Segundo os investigadores, ele e o advogado Roberto Zampieri, assassinado em setembro de 2023, negociavam com assessores de gabinetes de ministros a antecipação de decisões judiciais em favor de clientes.
A defesa de Andreson nega que ele tenha participado da compra de sentenças de ministros. Segundo os advogados, as apurações indicariam apenas que ele teve acesso prévio a
Fontes
- —
Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
