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Mais de “150 amostras de traços de DNA, impressões digitais e outros” foram coletadas nos locais do roubo de joias no Museu do Louvre, afirmou a procuradora de Paris, Laure Beccuau.
As análises “impõem prazos, embora sejam prioritárias para os laboratórios”, afirmou Beccuau ao jornal francês Ouest-France, para o qual afirmou que nos próximos dias possivelmente levantarão “pistas, especialmente se os outros autores estiverem fichados”.
A promotora explicou que o sistema de vigilância “facilitou o acompanhamento” do percurso dos criminosos “em Paris e nos departamentos limítrofes”.
Ela também mencionou “imagens disponíveis graças às câmeras públicas ou privadas (estradas, bancos, empresas…)”, que serão analisadas.
Beccuau destacou a vontade de “prender os autores o mais rápido possível par

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