Brasileiros ‘mergulham’ em buracos negros com um dos telescópios mais avançados do mundo

Pesquisadores brasileiros foram selecionados para realizar observações no telescópio terrestre mais caro e com a maior resolução em ondas milimétricas já construído: o ALMA (Atacama Large Millimeter Array), no Chile. A equipe irá investigar como os “ventos” liberados pelos núcleos de galáxias próximas influenciam o gás frio no espaço. Entender esse fenômeno pode dar novas pistas sobre como os buracos negros supermassivos afetam a formação de estrelas.
Os cientistas participam do projeto BAH, sigla para “Blowing Star Formation Away in Active Galactic Nuclei Hosts” (Suprimindo a Formação Estelar em Galáxias com Núcleos Ativos, em português) – além de ser uma referência à famosa expressão gaúcha.
Liderados pelo doutor em astrofísica Rogemar Riffel, professor da Universidade Federal de Santa M
Fontes
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